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7º EDEP: neuromarketing, ISO 20252 e congressos internacionais

ABEP Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa

09/05/2017

Após o intervalo da agenda da manhã do segundo dia de 7º EDEP, a pauta reuniu Mauro Fusco (Kantar Millward Brown), que tratou do neuromarketing aplicado à pesquisa; Alexandre Garcia (Opinião), que falou sobre o efeito positivo da ISO 20252 na gestão da sua empresa e Ricardo Checchia (Checon), que trouxe a sua experiência ao marcar presença, regularmente, em congressos internacionais.

Para Fusco, o neuromarketing (eye tracking, facial coding e biometria response) − embora tenha perdido relativo espaço para o social media analytics entre as ferramentas de mensuração da percepção do consumidor − permite um olhar mais profundo diante da reação das pessoas perante uma imagem desconhecida, além de gerar oportunidades para abordagens diferentes de questionamentos. “Seus olhos falam por você. É preciso entender o poder da comunicação por meio da imagem. O cognitivo e o emocional são elementos importantes para compreendermos o real efeito das inúmeras narrativas impostas ao consumidor”, resumiu Fusco.

Desde que tomou contato com as orientações do ISO 20252 no EDEP de 2009, Alexandre Garcia promoveu uma revolução positiva na sua empresa e sentiu, na outra ponta, um amadurecimento significativo no processo de gestão dos negócios. Com o ISO implantado na Opinião desde 2011, Garcia envolveu o seu time de colaboradores diante de novos conceitos e procedimentos, em busca da garantia e da excelência da qualidade. “Se for top-down não funciona, pois todos precisam acreditar nos benefícios da mudança de padrões na condução do trabalho”, explicou Garcia aos convidados do EDEP. “Ao analisarmos os benefícios externos, a melhoria da qualidade do nosso produto final foi percebida e valorizada pelos clientes. E os benefícios internos, resultaram em procedimentos mais claros e objetivos, competências e responsabilidade também foram melhor definidas, ganhamos escala/eficiência e pudemos ainda avaliar o desempenho de cada colaborador. ”

Para finalizar a jornada da manhã, Ricardo Checchia (Checon), chairman do 7º EDEP, trouxe boas dicas de como se beneficiar ainda mais dos investimentos aplicados na participação dos profissionais de pesquisa em congressos internacionais. A primeira sugestão para ampliar a troca de experiências, além de absorver mais conhecimento, é participar de eventos promovidos por diferentes organizadores. Os preferidos de Checcia são ESOMAR, claro; Tobbii, especializado em estudos de eye tracking; e NMSBA, voltado para neuromarketing. Outro conselho importante é se programar com um ano de antecedência, cuidado importante para evitar que os compromissos do dia a dia atrapalhem sua agenda internacional. Mais uma recomendação, não se iluda que trará na bagagem novos contratos assinados. “Não encare os congressos internacionais como um encontro de amigos. Eles até estão lá, mas esse não é o seu objetivo. Os congressos internacionais são eventos que favorecem o aprendizado, a atualização e o contato com novas tendências”, completa Checcia.

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