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Como formar o custo de cada projeto de pesquisa?

ABEP

23/03/2015

Ricardo Moura, da GfK, avalia o valor intelectual e os custos fixos para precificar seus projetos

Em sua palestra no EDEP, Ricardo Moura, diretor Ad Hoc da GfK, ponderou que é preciso que os projetos de pesquisa se paguem baseado nos custos fixos e nos custos variáveis. É necessário, porém, analisar, antes de tudo, alguns pontos: O que vendemos?; A quem queremos vender?; Qual é a estrutura que oferecemos aos clientes. Enfim, esse preço é a combinação do custo versus mark-up.

Esse mark-up pode ser aferido a partir simplesmente do custo, da demanda do mercado, dos preços praticados pela concorrência ou ainda pelo valor que o projeto vai gerar para o cliente. A última opção é a forma como a GfK mensura os seus preços. “A visão de valor é a nossa melhor aliada. É importante defender uma ideia e uma conclusão perante o cliente. A GfK entrega valor intelectual”, afirmou Moura.

Independente do valor intelectual, o preço também deve levar em conta os custos variáveis e diretos. São despesas com entrevistadores; recrutamento; aluguel de salas; times de atendimento, operações e estatística, além de gastos com infraestrutura, custos administrativos, FEEs, entre outros.

De acordo com Moura, a vida é feita de escolhas. A GfK aposta na combinação da inteligência oferecida aos clientes associada aos custos fixos para precificar os seus projetos.

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