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O teletrabalho já é uma realidade que tende predominar no futuro

ABEP

24/03/2015

Cresce a cada dia, no ambiente das empresas, os programas voltados para o teletrabalho, que nada mais é do que o home office. Ele torna-se uma tendência quando se discute o trabalho no futuro. Para debater essa ideia, o EDEP trouxe Álvaro Mello, presidente da Sebratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleavidades), que apresentou um dado de que em 2030 teremos entre 150 milhões a 200 milhões pessoas trabalhando em modelo de teletrabalho, segundo levantamento da Jala International.

Para que esse modelo de trabalho seja vencedor, é preciso, porém, criar regras e formas de mensurar a produtividade dos funcionários que trabalham em casa. Márcia Cavallari, diretora do IBOPE Inteligência, compartilhou com a plateia do EDEP o sucesso do teletrabalho no IBOPE. “As nossas regras determinam, por exemplo, que o funcionário trabalhe vestido da mesma forma como se estivesse na sede da empresa. Também conseguimos monitorar se ele está ou não on-line. Por outro lado, o funcionário deixa de ter uma estação de trabalho exclusiva no escritório”, contou Márcia.

Zilda Knoploch, da Enfoque, também falou das vantagens em ter funcionários trabalhando em esquema de telebralho. Ela mesma atua 90% do seu tempo on-line nos projetos da empresa. “É muito melhor ter uma analista feliz, trabalhando a distância, do que tê-la presa no escritório preocupada com os filhos ou com o tempo que gastará no trânsito até chegar em casa”, afirmou Zilda.

Por outo lado, Gabriela Oliveira de Paula Prado, diretora da Demanda, disse que ainda não se sente totalmente confortável com o sistema de teletrabalho. Sua ressalva é maior quando se trata do compartilhamento do conhecimento nas atividades em equipe. “Ainda temos que trabalhar um pouco mais para aperfeiçoar esse modelo”, ponderou Gabriela.

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