ÁREA RESTRITA PARA FILIADOS
CONTROLE DE QUALIDADE DE RECRUTAMENTO - CRQ, INDISPENSÁVEL

Criado em 1994 pela ABEP, o CRQ é hoje uma ferramenta indispensável para garantir a qualidade do recrutamento. Baseado em um cadastro nacional, com mais de 1 milhão e 300 mil registros de respondentes de pesquisa qualitativa, seu principal objetivo é evitar o participante freqüente. Os dados são atualizados em tempo real e via internet, permitindo o uso de qualquer lugar a qualquer tempo, basta um computador ligado à internet.


Comissão do Senado vai realizar audiência para discutir veto a pesquisas eleitorais

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado realizará audiência pública para discutir as pesquisas eleitorais, antes de votar a nova PEC (Proposta de Emenda à Constituição), que vedará a divulgação das pesquisas nos 15 dias que antecedem a votação e até o seu encerramento, às 18h do dia das eleições. O autor da proposta, o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) disse que seu objetivo é acabar com a "indústria manipulada para induzir o voto dos eleitores". A audiêcia tem como objetivo ouvir representantes de institutos de pesquisa, da imprensa e juristas antes de definir sua posição sobre a proposta.


PESQUISA: QUANDO ESSE SERVIÇO VALE A PENA?

Pesquisas de mercado servem para gerar informações que vão embasar ações e indicadores de monitoramento de um produto ou negócio. O custo desse levantamento, porém, pode inibir os empresários a optar por escolhas alternativas mais em conta. Então, como saber quando esse serviço vale a pena?

Luis Pilli, diretor da ABEP, diz que a decisão deve ser tomada levando em consideração os resultados que o empreendedor deseja atingir. E admite que o preço desses serviços têm que constar no planejamento das empresas. Lançamento de produto e inauguração de novos pontos comerciais são algumas situações que pedem pesquisas exclusivas, vitais para o planejamento do empresário. Há, porém, alternativas mais baratas. Uma delas é compartilhar levantamentos ou adquirir formulários prontos, desenvolvidos por profissionais, e aplicá-los. Importante é que a escolha seja feita individualmente, em função do foco do negócio.


ABEP apresenta Critério Brasil 2015

Novo modelo de classificação social será aplicado a partir de janeiro e permite identificar o real potencial de consumo das famílias brasileiras
São Paulo, dezembro de 2014 - A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) apresenta o Novo Critério de Classificação Econômica Brasil, que passará a ser aplicado a partir de 1º de janeiro de 2015. Dentre as principais diferenças para o critério utilizado atualmente, estão a substituição da renda declarada por variáveis indicadoras de renda permanente e o uso da Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE que amplia a abrangência da ferramenta. O novo Critério Brasil identifica de forma mais realista o potencial de consumo dos lares no Brasil.
O novo modelo foi formulado pelos professores brasileiros Wagner Kamakura (Rice University) e José Afonso Mazzon (FEA-USP). Para o seu desenvolvimento foram usadas 35 variáveis indicadoras de renda permanente (como educação, condições de moradia, acesso a serviços públicos, posse de bens duráveis a composição familiar, o porte dos municípios e a região onde estão localizados como parâmetros fundamentais para a segmentação e comparação entre os padrões de consumo dos brasileiros.) que permitiram a segmentação dos domicílios brasileiros em estratos e o posterior estudo da relação entre nível sócio-econômico e potencial de consumo dos domicílios em relação a 20 categorias de produtos e serviços (dentre elas, alimentação no domicílio e fora de casa, artigos de limpeza, vestuário e saúde e medicamentos).
A partir do modelo original foi desenvolvida uma regra simplificada de classificação para uso em projeto de pesquisa cujo questionário e instruções se encontram em http://www.abep.org/new/criterioBrasil.aspx
A nova regra de classificação divide a população brasileira em seis estratos socioeconômicos denominados A, B1, B2, C1, C2 e DE. As estimativas de tamanhos dos estratos para 2015 estarão disponíveis em meados de dezembro.
O Critério Brasil é uma evolução do indicador criado pela Associação Brasileira de Anunciantes, no final da década de 1960, para definir uma segmentação mais apropriada da população em classes econômicas para fins relacionados ao consumo - como a avaliação do poder de compra de grupos homogêneos de pessoas para a determinação de públicos-alvo mais fieis para os diferentes mercados de produtos de massa e dos preços de anúncios em veículos de mídia.
6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA

O 6º Congresso Brasileiro de Pesquisa reuniu, em março passado, mais de 650 profissionais do setor. O evento contou com a participação de 20 palestrantes, 6 internacionais e mostrou que o mercado de pesquisa deve ficar alerta às inovações tecnológicas e ser o principal radar das principais transformações sociais.


A norma ISO 26362:2009

A Norma ISO 26362, que proporciona termos e definições bem como requisitos para as organizações e profissionais que possuem e/ou utilizam painéis de pesquisa social ou de mercados, é válida para todo tipo de painéis, tanto sob a forma de captação é online ou offline.

Pesquisa promete definir classes econômicas

A pesquisa mais recente e vista por muitos como definitiva na classificação da população em classe de renda é a Vozes da Classe Média, elaborada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE). A fim de definir o que é e quais são as necessidades da classe dita em ascensão, o órgão realizou um estudo com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) em 2009, e definiu as faixas de renda de cada uma das classes levando em conta a realidade econômica brasileira.
O assunto gera dúvidas na população em geral, inclusive entre os órgãos de pesquisa. Quando questionados, os principais institutos de pesquisa brasileiros, como o IBGE, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), afirmaram não realizar uma divisão por faixas de renda, mas informar os dados com base nas diversas faixas de rendimento sem enquadrá-los em classes. Entretanto, ambos indicam a classificação da SAE como a mais correta no que diz respeito a esse tipo de serviço.

Comunicado